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sábado, 18 de março de 2017

Kong - A Ilha da Caveira, nova super-produção de 2017 da Warner Bros que mostra o retorno de um dos ídolos monstruosos em nova versão com pura nostalgia!

Bom dia, meus amigos, hoje tenho uma nova crítica para vocês da Warner Bros sobre um dos lançamentos mais esperados do ano de 2017, que é o retorno de um dos monstros mais famosos em uma nova versão mais dark e emoção do século XXI, que é o gorila gigante famoso King-Kong em uma nova versão surpreendente, mas desta vez voltada para a metade no século XX.
O filme Kong – A Ilha da Caveira é o terceiro filme da parceria da Warner Bros e da Legendary Pictures com a temática sobre monstros gigantes, o primeiro foi o Círculo de Fogo (2013) e o segundo foi o Godzilla (2014), mas falando a verdade o filme Kong – A Ilha da Caveira é o segundo filme da franquia Kong-Godzilla, que é a nova franquia iniciada no ano de 2014 após o lançamento da nova versão do Godzilla, mas diferente do filme da versão do Godzilla, a história da nova versão do King Kong vai se passar na 2° metade do século XX.
O começo do filme começa na época do ano de 1944, um ano antes do termino da 2° Guerra Mundial, onde nossa história começa em uma ilha do Pacífico, onde uns pilotos americano e japonês se enfrentam em luta entre eles, claro que na época o Japão é um dos países do Eixo contra os aliados, mas o confronto entre os dois é interrompido pela aparição de uma criatura misteriosa, mas durante a abertura do filme mostra os eventos da história que marca o fim da 2° Guerra Mundial e o início da Guerra Fria, que é disputa das superpotências mundiais da época Estados Unidas e União Soviética, que são as vitoriosas da 2° Guerra Mundial que disputam a hegemonia do mundo que ficou conhecido como Mundo Bipolar, ou melhor, dizendo capitalismo VS socialismo, mas o que a questão econômico-política tem relação com o filme e porque ela vai ser uma das peças centrais para a trama do filme em si.
Além disso, A Ilha da Caveira é também a personagem-título da história junto com o monstro-título da história, o King Kong em pessoa, mas a pergunta que vocês vão fazer para si mesmo porque a ilha vai ser a personagem principal da história junto com o King Kong, e vou responder essa duvida para vocês, meus caros amigos leitores!
Porque o simples detalhe, porque 95% da história vai se passar no lar do King Kong, e 5% vão se passar na civilização, a nova versão do ano de 2017 do King Kong da Warner Bros e da Legendary Pictures vai se focar mais na história de origem do monstro, o filme vai dar aquele toque de renovação na trama onde nas versões anteriores do monstro e do remake de 2005, tiravam o mostro de seu habitat natural para transporta-lo para a cidade grande de Nova Iorque, é por isso que casa do famoso gorila gigante vai ser o personagem-título da história e também vai explorar na história de origem como também verão o King-Kong diferente das antigas versões.
Uma das ligações próximas que o novo filme do King Kong de 2017, tem com o filme do Godzilla de 2014, é a organização secreta Monarca que fez experimentos relacionados com o Godzilla, e o filme nos mostra uma de suas atividades no passado em plena Guerra Fria, durante o projeto na famosa Ilha da Caveira em que teve ajuda financeira do governo americano devido à questão da Corrida Armamentista que era uma das questões a respeito do armamento bélico até os dentes entre Estados Unidos e União Soviética, e sem falar que um dos conflitos mais polêmicos da Guerra Fria, que é conhecida como a Guerra do Vietnã, se tornou um dos pontos chaves para a expedição da ilha.
Uma das coisas que eu aprovo na nova versão de um dos monstros mais famosos do cinema é a sua origem, que é o seu lar que é a Ilha da Caveira, na qual o contexto da Guerra Fria serviu para dar início o ponta pé na história, porque uma das coisas que ficou bastante presente no filme foi à presença do Imperialismo americano que foi uma das divergências para a entrada dos personagens na ilha, e também o filme é um mar de nostalgia que mistura histórias clássicas de terras distantes e desconhecidas pelo homem com monstros gigantes, além disso, vemos um King Kong diferente nas outras versões.
E como todos sabem a Guerra do Vietnã (1959-1973) foi um dos conflitos mais sangrentos da Guerra Fria, e também uma das derrotas humilhantes dos Estados Unidos da América, o filme assim como outras produções americanas que se passam na Guerra Fria, é colocar as divergências da época no contexto do filme, uma das coisas que a época ficou conhecida foi à corrida armamentista entre as duas superpotências mundiais nos espaços socioeconômicos nos países do mundo, e também nessa época ficou marcado a disputa na corrida espacial em que os dois procuraram se desenvolver no campo das armas, como a tecnologia espacial isso que foi apresentado na abertura do filme, porque na época as duas potências sempre queriam na frente outra, pois é isso que funciona o mundo naquela época, e o contexto da Guerra Fria serviu como uma das bases para a aprovação da expedição da ilha da Caveira, por questões de acharem novas matérias-primas, e até ficar um passo a frente dos soviéticos, a época serviu como uma espécie de base para a trama, na qual ajudou no desenvolvimento da história principal.
E outra coisa que tornou a trama do filme diferente dos outros filmes do King Kong, é que vemos um King Kong mais jovem diferente das outras versões e do remake de 2005, uma das coisas que a equipe da produção usou foi contar a história de origem do monstro, porque além dele nos levar em uma aventura de pura nostalgia, ele também leva o espectador a conhecer mais sobre o monstro e seu lar em que nasceu, e ainda o filme fez grande homenagem aos filmes e series clássicos de ilhas perdidas com criaturas gigantes que dizer o filme até entrou na onda de produções cinematográficas e televisivas de fantasia e ficção-científica, que dizer as produções estão honrando as produções clássicas que se passam em uma década do século XX, recheadas com nostalgia imperdível.
Além disso, a trilha sonora do filme foi recheada de músicas da época, porque se tratando de um filme em que se passa no contexto da Guerra Fria, mas ficou muito bem acompanhado e fez a história do novo King Kong fez de disso uma espécie de safári com criaturas monstruosas Pré-Históricas de tirar o fôlego, e ainda os efeitos especiais e visuais dão caráter para a produção, foi uma das coisas que ficaram bem feitas principalmente dar um toque bem realista para o duelo de homem VS natureza hostil e selvagem, e isso se deve também nas criaturas monstruosas que apareceram na produção que deram um grande passo nas produções de monstros gigantes.
Mas o foco principal do filme foi com o King Kong, mas vamos falar a verdade sobre o famoso monstro nessa nova versão, que foi um dos acertos em ponto em mostrar um lado diferente do monstro que nunca vimos antes, que é a sua origem que foi uma das características mais marcantes na nova produção, por se tratar de um King Kong jovem, isso mesmo, meus caros amigos, a produção não só levou a trama para a ilha-personagem como explorou o passado do monstro com a cultura dos povos humanos que vivem na ilha, que vem o gorila gigante como espécie de Deus, para protegê das criaturas que vivem debaixo da ilha, que dizer os mistérios da Ilha da Caveira, o seu misticismo e sua mitologia foram explorados de forma econômica, o que faltou nesse novo terreno foi à exploração dessa nova área sobre a mitologia do King Kong, claro que no filme ele foi colocado como guardião da ilha, mas podiam ter explorado mais essa relação, porque ficaram umas pontas soltas na trama, mas compensam que podemos ver novos personagens que foram os habitantes humanos da ilha, que deram aquela homenagem aos filmes de civilizações perdidas em terras inexploradas, mas também os filmes não deixaram os elementos que foram mostrados nos filmes anteriores, mas foram colocados em segundo plano, para não ficar uma coisa muito monótona e batida para os espectadores que forem assistir ao filme.
Ainda o filme, ele possui cenas de lutas de tirar o fôlego só que um número menor de destruição que seu antecessor de 2014, que é Godzilla, mas o filme em si possuiu boas cenas de luta por sobrevivência na selva, mas o que faltou no filme luta de humanos com monstros gigantes de tirar o fôlego, mesmo que o desenvolvimento da mesma característica tenha sido em ritmo lento que foi acompanhado na história, mas a trama explorou bastante essa parte que nunca tínhamos visto do King Kong em pessoa, e ainda os movimentos visuais do mesmo foram tirar o fôlego na hora da luta contra os monstros gigantes, e por isso que a Ilha da Caveira é uma personagem do filme, porque apesar de ser o cenário da história, ele ofereceu também uma narrativa nova que nunca tínhamos visto antes nos cinemas sobre a história do King Kong, e assim como nos filmes anteriores, o monstro foi visto como sentimental, e descobrimos na narrativa do filme, que ele ainda é um adolescente, ou seja, que é o tamanho que está agora no filme, em pouco tempo nos próximos da nova franquia Kong-Godzilla, o veremos maior que agora, esse é o primeiro filme do personagem que o encontrados no tamanho jovem, mas nos próximos filmes o veremos em um tamanho maior do que ele está no filme de 2017, é o passo da evolução do personagem, ou melhor, dizendo o amadurecimento dele nas telas da nova geração.
Sobre os personagens da história, todos se saíram muito bem, cada um cumpriu com sua função com relação ao roteiro da história, e uma das coisas que ficou bastante interessante no filme foi dualidade em que os personagens se dividiram no filme, os primeiros viam o Kong como uma ameaça e queriam eliminá-lo da face da terra, e outros que descobriram a verdade sobre o Kong decidem ajuda-lo a viver, mas uma das coisas que ficou bastante intrigante na trama do filme, é que os humanos chegaram à casa do Kong como os invasores, e ele só estava defendendo e protegendo seu lar, o filme reflete o comportamento do imperialismo da humanidade, quando se trata de outras formas de vida, e até nas outras pessoas, mas a verdade, meus caros amigos é que às vezes nós, seres humanos somos formas de vida que pensam primeiro do próprio bem estar do que os outros, o egoísmo faz parte da natureza humana, mas mesmo esse contexto ser introduzido de uma forma bem reduzida, ele essencial para a trama do filme, porque até na época da Guerra Fria, os interesses das nações sempre foram os egos mais fortes do mundo, e até nos dias de hoje, isso é muito presente como o ser humano trata seus semelhantes e até com o próprio planeta Terra.
E sobre a questão do antagonista da história, tivemos momentos em que os antagonistas eram as criaturas da ilha, e até o ambiente da Ilha da Caveira, mas na metade do filme tivemos um antagonista humano, mas não revelar quem é, porque se não estraga a surpresa da história, mas para a verdade o filme coloca dois antagonistas diferentes no filme, mesmo que dualidade antagônica não seja percebida de cara, mas qualquer forma o filme apresenta traços de nostalgia de um filme de época com essência do estilo de aventuras com monstros pré-históricos, e civilizações perdidas.
Para falar a verdade a história do filme em si foi boa, porém poucos momentos de enrolação no começo, porque como falei 5% do filme se passa na civilização, já a maior parte da trama se passa na ilha, porque a maioria da ação acontece e ainda por cima apresentados no longa tivemos diversas criaturas assustadoras com efeitos visuais incríveis, e ainda tivemos uma bela luta de monstros gigantes, mas diferente e ainda podemos em ver em cenas do filme mais sobre o passado rei dos macacos em pessoa, é um filme com uma história diferente que vê um lado que não vimos do famoso King Kong, mesmo que o filme tem sido um pouco mais light que seu antecessor de 2014, mesmo assim podemos ver o novo toque dark da modernização na história.
O filme foi dirigido pelo americano Jordan Vogt-Roberts na qual mostrou seu empenho excelente no seu primeiro filme de ação e fantasia com adrenalina, e esperamos ver mais dele daqui para frente, com o roteiro escrito por com o roteiro escrito por Max Borenstein (do filme Godzilla de 2014), John Gatins (do filme Gigantes de Aço), Derek Connolly e Dan Gilroy (do filme Gigantes de Aço e O Abutre), no elenco do filme estão: Tom Hiddleston (do filme A Colina Escarlate), Brie Larson, Samuel L. Jackson (do filme A Lenda de Tarzan), John Goodman (do Rua Cloverfield, 10), John C. Reilly (do filme Quase Irmãos), Jing Tian, Corey Hawkins, Toby Kebbell, Jason Mitchell, Terry Notary (do filme Ataque ao Prédio), Thomas Mann (dos filmes Projeto X - Uma Festa Fora de Controle e Dezesseis Luas), Shea Whigham (do filme Trapaça) e John Ortiz, e, além disso, o filme Kong: A Ilha da Caveira nos Estados Unidos, o filme estreou com incríveis US$ 3.7 milhões em pré-estreias no país, obtendo poderosos US$ 61 milhões, nos EUA, que é aproximadamente R$ 190 milhões e ficando na vice-liderança.
E a pouco tempo, o filme ultrapassou a barreira dos US$ 500 milhões na bilheteria mundial, arrecadando mais de de US$ 358 milhões nos mercados internacionais e US$ 150 milhões nos EUA. No Vietnã, onde o filme teve cenas rodadas, Kong se tornou a mais bilheteria da história no país.
O filme de Jordan Vogt-Roberts se encaminha para se tornar o maior sucesso do universo de mostros da Legendary, já que o filme chegou aos US$ 508 milhões em quatro semanas, enquanto Godzilla (2014) fechou sua passagem pelos cinemas com US$ 529 mundialmente depois de 15 semanas. Pacific Rim, outro título do estúdio, fez US$ 411 milhões mundialmente depois de 14 semanas em cartaz.
Vejam a trilha sonora do filme que foi recheada com músicas da década 70:






Vejam a nota do filme abaixo:
Avaliação do filme:
Nota:8,2/10,0
E suas imagens:
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O terceiro filme da franquia Kong-Godzilla, vai ser o Godzilla 2 que só vai estrear em 2019, e depois teremos o encontro King Kong e o Godzilla em 2020, mas já estão trabalhando na história do filme, quanto cedo melhor, e espero que gostem da nova postagem, e até aproxima, meus amigos!

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