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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Mulher-Maravilha, novo lançamento e sucesso da DC Comics e da Warner Bros, que é o primeiro longa de sucesso com uma personagem protagonista em uma trama que mistura política do século XX e misticismo da mitologia grego-romana!

Bom dia, meus amigos, hoje tenho uma nova crítica sobre o novo lançamento da DC Comics e da Warner Bros para o ano de 2017, mas desta tivemos uma diferença no novo filme deste ano, que é sobre uma heroína que foi vista no filme Batman VS Superman: A Origem da Justiça que até fez um papel recorrente no mesmo,  que o filme que eu vou falar nessa crítica é o filme solo dessa mesma heroína, e para aqueles que adoram um bom filme de época misturado com misticismo de grande qualidade, então não vão se arrepender de irem aos cinemas para assistirem, Mulher-Maravilha.
O universo da DC Comics começou no ano de 2013, com o filme O Homem de Aço onde encontramos o primeiro herói, o Superman, 3 anos mais tarde tivemos o encontro e a batalha que resultou na épica briga entre Batman VS Superman: A Origem da Justiça e no mesmo ano teve o filme do Esquadrão Suicida, e agora um ano depois tivemos o lançamento do esperado filme da famosa personagem da DC Comics, que é o primeiro protagonizado por uma personagem feminina que fez bastante sucesso, e essa personagem como falei anteriormente fez um papel recorrente no Batman VS Superman: A Origem da Justiça, e se juntou a eles na luta contra o mostro criado por Lex Luthor, e ainda se torna parceira do Batman na união de outros heróis que vão unir no novo filme que vai ser lançado em novembro de 2017, mas isso será falado mais a frente, e essa personagem é a Mulher-Maravilha.
Mas antes de continuar a seguir com a crítica do filme da Mulher-Maravilha, uma das coisas que têm predominado e mudado no nosso mundo contemporâneo é a participação da mulher, e o filme retrata a situação feminina na primeira década do século XX, e também vamos falar a verdade, desde o início da história as mulheres têm predominado um papel de mãe e cuidar da casa desde os tempos antigos até o século XX, mas isso foi mudando quando as mulheres começaram a participar da política, porque no ano de 1930 na Islândia, foi eleita a primeira presidente mulher, Vigdís Finnbogadóttir, e depois anos à frente as coisas foram mudando a participação feminina no mundo mudou, e hoje temos mulheres importantes que fizeram coisas importantes no mundo, e sem falar que hoje as mulheres perderam o termo de donzelas em perigo e se tornaram grandes heroínas do cinema, e um dos exemplos recentes de series de televisão que têm protagonistas mulheres fortes são as series Game of Thrones e The 100, onde o poder feminino é forte, mas porque estou descrevendo todas essas palavras sobre a história feminina antes de começar a crítica do filme.
Mulher-Maravilha é dirigido pela famosa diretora americana Patty Jenkins, que é conhecida mundialmente pelo filme Monster – Desejo Assassino (2003), e trouxe a famosa heroína da DC Comics para o cinemas do mundo, e vou explicar para vocês o que a diretora me impressionou na esperado filme da super-heroína amazona, que além de ser uma aventura fantasiosa de ficção cientifica com mitologia mística grego-romana, como também é uma crítica histórica social feminina que nos mostra as condições de ser mulher na primeira década do século XX em um mundo conturbado e abalado por um dos famosos conflitos mundiais que dividiu o mundo e também terminou a antiga geopolítica mundial e social, e dividiu o mundo mais uma vez, mas uma das mensagens mais importantes do filme é também a natureza humana, e vemos uma versão de como os filmes da DC Comics devem ser trabalhados seguindo a dedicação e exemplo da diretora Patty Jenkins.
Porque digo isso com relação à diretora do filme em comparação aos O Homem de Aço e Batman VS Superman dirigidos pelo diretor americano Zack Snyder, e Esquadrão Suicida dirigido pelo diretor americano David Ayer, para começar os dois são ótimos diretores, porém eles pecaram na parte mais importante nos seus filmes citados acima, que foi na história, e a forma como trabalharam.
1-Vamos pegar o exemplo do caso de Batman VS Superman: A Origem da Justiça, que nos mostrou uma modernização dark do encontro dos famosos heróis da DC Comics, porém essa mesma ideia teve muitos ganchos que não foram muito bem colocados de forma concreta o que tornou a trama bastante confusa para o espectador entender os mesmos, o que deixa o filme com recepção meio modesta por falta de complemento na história, porque uma das partes mais importantes de se adaptar uma história em quadrinhos é saber encaixa-la aos padrões corretos de que tornem um sucesso, e uma das coisas que a trama também pecou foi na hora de deixar tudo muito dark, deixando de lado o ponto mais importante da produção, mas tirando esses defeitos o filme também teve atuações excelentes e introdução de novos atores e atrizes no novo universo da DC Comics no cinema, mas o filme também deu uma prévia da formação do time de super-heróis conhecida como a Liga da Justiça que veremos nos cinemas em novembro deste ano, e até o subtítulo do filme consegue se encaixar no contexto atual da DC Comics nos cinemas.
2- O segundo exemplo está no Esquadrão Suicida que reuniu pela primeira vez um time de super-vilões nas telas de cinema, o que posso dizer também é a história do filme foi um estilo de elementos de filmes de ação com um grupo de mercenários em uma missão perigosa no estilo do diretor David Ayer com elementos de fantasia e sobrenatural que foram introduzidos pela primeira vez no universo da DC Comics com o novo estilo dark, e ainda a própria música deu um toque melancólico e sombrio porque deu a entender que o mesmo falava sobre o governo americano de contratar criminosos perigosos para uma missão arriscada que em troca o governo diminui suas sentenças de prisão, o que é um tópico importante nas histórias em quadrinhos sobre o grupo de super-vilões, porém a coisa foi muito corrida, que apesar de ter nos apresentado grandes momentos de ação e adrenalina, o filme também pecou na história em alguns momentos, mas isso não impediu que o mesmo se tornasse um dos filmes mais populares do ano passado e ainda arrecadar um grande sucesso no mundo.
Agora vamos falar sobre o esperado filme da Mulher-Maravilha, o que posso dizer do filme solo da heroína é que o filme funciona como uma história de origem, o filme começa nos dias atuais na cidade de Paris, onde encontramos a protagonista no seu escritório revirando algumas coisas quando nos deparamos uma foto antiga tirada dela com um grupo de soldados, e vemos que ela é a narradora-personagem da história, o filme funciona como uma espécie de flashback voltado para o passado da heroína e também no início do filme vê a mitologia que rodeia sobre a origem e o lar da Mulher-Maravilha.
Uma das coisas que eu posso dizer a respeito do filme da heroína é que a DC Comics acertou em explorar outros terrenos, ou seja, outros personagens como a própria Mulher-Maravilha e outros personagens que vimos nos desenhos animados do Cartoon Network nos tempos da nossa infância como o caso do desenho da Liga da Justiça, que expandia o universo dos heróis da própria DC Comics, porque uma das críticas que eu me lembro de porque ela estava sendo criticada por causa dos filmes de O Homem de Aço (2013) e Batman VS Superman (2016), estava na falta também de explorar outros personagens, ou seja, outros heróis que foi no caso, mas também a falta de uma boa história e direção qualificada também contribuiu para outros filmes como o Esquadrão Suicida não terem sido bem recebidos pela crítica, mas renderam bastante nos cinemas, mas o que o pessoal quer é uma ótima história que nos dar aquela alegria e satisfação na hora de ver o filme quando vamos aos cinemas.
E o filme tem a essência do filme “O Homem de Aço”, mas com uma diferença enorme em todos os sentidos, quando conhecemos mais sobre a história da Mulher-Maravilha em si, vemos que o filme faz um grande encontro misturado da DC Comics com clássicos com temática de misticismo como Fúria de Titãs acrescentado com filmes de época com uma acrescentada de uma grande mensagem relacionada às questões da mulher naquele período e seu papel na sociedade humana.
Apesar de o filme ter um estilo parecido de contar a história igual do filme mencionado acima, porém nos conta de forma fantasiosa com toques da mitologia Greco-romana sobre a origem da heroína, ou seja, o filme em si tem o próprio estilo e nos primeiros momentos do flashback da heroína vemos que ela é filha da rainha da ilha, mas que gostava de sair por ai e querer se aventurar, e treinar e lutar em batalhas quer dizer é uma coisa normal na juventude de qualquer pessoa, mas o filme nos mostrou que a própria protagonista teve sempre dois lados maternos em sua vida, na qual o primeiro sua mãe queria protegê-la e outra que é general de confiança da sua mãe que queria prepara-la para algo grande no seu futuro, é uma coisa que sempre vemos na vida de uma criança onde um dos lados da família quer protegê-la e outro quer prepara-la para a vida, é uma coisa que até compreendo, mas a história da primeira parte do flashback conta como o povo das Amazonas se formou e têm uma pegada mística da cultura Greco-romana, e podemos perceber que muita coisa vai ser revelada com base na história contada pela sua mãe, e uma das coisas que a própria diretora acertou no filme foi colocar um equilíbrio na história coisa que não foi feita pelos diretores dos filmes anteriores.
 Mas toda a rotina dela muda quando conhece o piloto americano chamado Steve Trevor que cai na baia perto do lar da heroína, e ai que começa nossa história principal, ou seja, a diretora Patty Jenkins e sua equipe criativa conseguiu encontrar o equilíbrio para a adaptação cinematográfica de um personagem da DC Comics, uma coisa que não vemos desde a trilogia Batman dirigida pelo diretor Christopher Nolan, é uma questão de prática e talento na direção em um filme, e o próprio filme da Mulher-Maravilha é uma prova de que tudo é possível, e uma das coisas que ficou bastante ótima no filme foi às cenas de luta, onde as coreografias foram excelentes e trabalhadas com muita precisão, e também uma das coisas que o filme impressionou foi nos efeitos especiais e visuais, e ainda os cenários foi muito bem feitos, e a história do roteiro escrita por Geoff Johns (que já trabalhou como roteiristas em outras produções da DC Comics como as series animadas Liga da Justiça: Sem Limites, Os jovens Titãs, Batman – Os Bravos e Destemidos e Justiça Jovem e nas series Smallville, Arrow e The Flash) e Allan Heinberg (roteiristas das series Gilmore Girls, The O.C. e Grey's Anatomy).
Que dizer o filme foi trabalhado com pessoas que têm experiências nos quadrinhos em todos os sentidos e por isso o resultado também foi muito satisfatório, e foi bem recebido pela crítica também, e pela primeira vez temos uma heroína da DC Comics nos cinemas, coisa que não vemos há muito tempo, e também há pouco tempo na televisão no canal aberto americano The CW temos uma serie de televisão que é protagonizada por uma super-heroína da DC Comics, que é a Supergirl, mas o que nós fãs dos filmes de super-heróis que estávamos esperando um filme de uma super-heroína.
Mas uma das coisas que ficou na trama do flashback é que o filme incorporou toda sua trama fantasiosa e mística para o contexto histórico daquela época que é a 1° Guerra Mundial no filme pode ver o estilo de vida naquela época como, por exemplo, os lados opostos que são: Inglaterra, França e Rússia VS Alemanha, Império Austro-Húngaro e Império Otomano e os Estados Unidos entraram no ano de 1917, uma das coisas que a equipe caprichou em fazer um filme voltado para o flashback todo, é uma das coisas que eu gosto em produções cinematográficas ou episódios de series de televisão que são voltados para o passado, mas também é voltado para a crítica social que era vista naquele tempo em relação ao sexo feminino.
No filme podemos ver que a diretora conseguiu fez uma analise histórica como a mulher era vista na sociedade ocidental nos primeiros anos do século XX, e podemos ver como a própria protagonista se vê impressionada com relação ao mundo que ela escutou e ouviu histórias quando era menina, e podemos ver como a mesma protagonista tem certas duvidas com relação a esse mundo diferente da ilha que cresceu, e ainda o filme teve momentos engraçados da mesma se encaixando aos moldes na sociedade ocidental, e ainda o filme nos retrata como o mundo da política funcionava antes das lutas de civis, políticas e as conquistas do voto feminino, quer dizer é um filme de ação, aventura, fantasia e ficção cientifica onde retrata a jornada da famosa heroína num mundo desconhecido e machista onde as mulheres não têm participação em nenhum dos lados, e que ao mesmo tempo se vê uma missão do seu povo de encontrar o maior inimigo do seu povo.     
E o filme também teve grandes atuações como da atriz que interpretou a Mulher-Maravilha interpretada pela atriz israelense Gal Gadot que começou no universo da DC Comics em um papel recorrente no filme Batman VS Superman: A Origem da Justiça, e ainda tivemos a atuação do talentoso ator Chris Pine que foi uma espécie de interesse amoroso para a Mulher-Maravilha, apesar de o filme ter deixado a relação deles mais no lado profissional, mas podemos ver no filme cenas de interação dos dois apesar do próprio filme ser voltado para uma protagonista feminina forte e independente, onde as relações afetivas foram deixadas em segundo plano, onde no primeiro plano ela se concentrou nos seus objetivos principais, e ainda o figurino do filme foi muito bem feito.
E ainda o filme nos mostrou um grande mistério de quem é o inimigo que a protagonista está caçando, e podemos que o filme está relacionado com o velho ditado popular que é “Mantenha seus amigos pertos, e os inimigos mais perto ainda”, que vai se mostrar uma grande surpresa daquelas que a pessoa que menos se suspeitava era o responsável pelo que estava acontecendo, e ainda o filme nos apresentou grandes cenas de batalha onde vemos porque a atriz foi escolhida para o papel, e ainda teve muitos momentos de ação e adrenalina que não decepciona.
E no meio do caminho a protagonista encontra mais aliado na sua jornada para deter seu inimigo, mas um dos segredos que a mãe da Mulher-Maravilha estava guardando está relacionada com sua origem e seu destino contra o inimigo declarado das Amazonas, e o que resultou numa grande batalha de tirar o fôlego, e ainda podemos ver nos momentos finais do filme que a protagonista fala sobre uma nova batalha que está por vir que até nós sabemos, que anunciado no final do filme Batman VS Superman: A Origem da Justiça, e o filme termina com chave ouro.
Uma das coisas que podemos perceber no filme que algumas coisas foram mudadas, como no caso da época que nos quadrinhos que a Mulher-Maravilha conhece o mundo dos homens na Segunda Guerra Mundial, e não na Primeira Guerra Mundial, mas é como sempre dizem têm sempre mudanças nas histórias quando se adaptam histórias em quadrinhos ou livros para o cinema ou para a televisão, é uma coisa normal, e sem falar que tivemos a menção de um herói da DC Comics, ele não aparece, mas seu sobrenome aparece no início do filme, e ainda muitos elementos da história da Mulher-Maravilha adaptados de forma excelente e mal podemos esperar para vermos a mesma mitologia expandida.
O filme é dirigido por Patty Jenkins (diretora do filme Monster - Desejo Assassino e também dirigiu episódios das series Entourage e The Killing) com o roteiro escrito por Geoff Johns (que já trabalhou como roteiristas em outras produções da DC Comics como as series animadas Liga da Justiça: Sem Limites, Os jovens Titãs, Batman – Os Bravos e Destemidos e Justiça Jovem e nas series Smallville, Arrow e The Flash) e Allan Heinberg (roteiristas das series Gilmore Girls, The O.C. e Grey's Anatomy) o filme é produzido por Zack Snyder, no elenco do filme estão: Gal Gadot, Chris Pine (da franquia Star Trek e do filme Quero Matar meu Chefe 2), Robin Wright (da serie House of Cards), David Thewlis (O Remo Lupin da franquia Harry Potter e conhecido também no filme Cavalo de Guerra), Danny Huston (dos filmes 30 dias de Noite, Fúria de Titãs, Fúria de Titãs 2 e Grandes Olhos), Elena Anaya (dos filmes Van Helsing: Caçador de Monstros, A Pele que Habito e Um Quarto em Roma), Connie Nielsen (do Advogado do Diabo e Gladiador), Ewen Bremner (dos filmes Expresso do Amanhã, Jack: O Caçador de Gigantes e T2 Trainspotting), Lucy Davis (da serie The Office UK), Saïd Taghmaoui (do filme Conan, O Bárbaro) e Ann Wolfe.
Vejam a trilha sonora do filme:

Vejam a nota do filme abaixo:
Avaliação do filme:
Nota:8,5/10,0
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E suas imagens:
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Mulher-Maravilha estreou e estreou de forma maravilhosa! Com US$ 100 milhões no primeiro final de semana, o terceiro filme do universo estendido da DC é o longa de super-herói com maior aprovação no Rotten Tomatoes. O primeiro filme de uma super-heroína também teve uma bilheteria superior a filmes como Homem de Ferro, Capitão América, Doutor Estranho e até Guardiões da Galáxia no final de semana de estréia.
Vejam a comparação com os outros filmes de super-heróis:
Para comparação, o filme teve uma abertura superior a ‘Homem De Ferro‘ (US$ 98,6 milhões), ‘Doutor Estranho‘ (US$ 85 milhões) e ‘Thor‘ (US$ 65,7 milhões). Entre os filmes da DC, as maiores aberturas são ‘Batman vs Superman‘ (US$ 166), ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 135 milhões) e ‘O Homem de Aço‘ (US$ 128 milhões).
Além disso, Patty Jenkis fez história: o longa dirigido por ela bateu 50 Tons de Cinza e se tornou o filme dirigido por uma mulher com maior bilheteria na sua estréia norte-americana. O filme de Sam Taylor-Johnson baseado no livro homônimo havia arrecadado US$ 85 milhões.
No mundo todo, Mulher-Maravilha já soma US$ 223 milhões e o orçamento de produção do filme foi de US$ 149 milhões.
E o filme tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O próximo filme é a Liga da Justiça que vai estrear na sexta-feira, dia 17 de novembro de 2017, nos Estados Unidos:
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Espero que gostem da nova postagem, e até a próxima, meus amigos!

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